Lei (uma releitura de) Judas 15


 

venha siga-me...eu não posso explicar...eu procurei  e nunca as encontrei...eu nunca estive...mas falarei que a vida pode lhe ajudar daqui por diante. Não acreditas em profetas, pois não? Devias descansar, deficiente. Quando foi a última vez que dormiste bem? Escusas de me responder. Sabes quem é essa criança? Não é a criança que te posso dar. Tu não, o destino...foi a nossa sorte. O profeta falou numa criança, uma criança que trará luz ao mundo. Não acreditas nisto, pois não? Não acreditas que isto possa acontecer alguém possa dar a vista a um cego. Sim, ela deveria ser expulsa de todos os lugares, amada justiça. Mas não é possível. A mulher que a acompanha é a mãe do nazareno. A lei deve andar de mãos dadas com a caridade. Ela deve ter sofrido muito durante o seu julgamento, e eu com alegria. Ele semeou a discórdia na minha família. Ele afastou o coração de meu irmão de mim, o fez de escravo de seus ensinamentos. Compadeço-me profundamente de tua dor por Judas.

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